
Case Cascione: como implementar IA em um escritório sem gerar resistência

Implementar IA em um escritório de advocacia não é só questão de escolher a ferramenta certa. O maior obstáculo costuma ser humano: resistência da equipe, falta de política clara, adoção que começa bem e some em semanas.
O Cascione Advogados passou por isso e desenvolveu um modelo próprio de implementação. Felipe Guardiano, responsável pela área de tecnologia do escritório, compartilhou os três pilares que tornaram a adoção de IA parte da rotina do time, e não um projeto isolado de TI.
1. Comitê com pessoas, não só com tecnologia.
O comitê do Cascione inclui advogadas, advogados, estagiárias e pessoas do backoffice. A escuta é aberta: qualquer pessoa do escritório pode trazer uma dor ou sugerir uma ferramenta.
2. Política de uso clara e orientadora.
Não é proibitiva. Cascione formalizou como as pessoas devem trabalhar com IA: quais ferramentas são homologadas, para quais atividades, com quais cuidados. Isso reduz a insegurança e padroniza a experiência.

3. Treinamento como passagem de bastão.
Quem aprende, ensina. O comitê dissemina o conhecimento internamente. Quando uma pessoa domina uma ferramenta, ela treina o time. Isso cria um ciclo de adoção que se sustenta sem depender de TI para cada novo uso.
O resultado é um escritório onde a IA não é assunto de um departamento. É parte da rotina de quem advoga.
Esse conteúdo foi extraído de um webinar que fizemos em parceria com o Felipe Guardiano do Cascione. Assista na íntegra:


